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Portal da Damba e da História do Kongo

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Página de informação geral do Município da Damba e da história do Kongo


Violação dos direitos humanos no Uíge: Administrador de Maquela do Zombo desdramatiza.

Publicado por Muana Damba activado 19 Marzo 2013, 05:36am

Etiquetas: #Notícias do Uíge

 

 

 

O Administrador municipal  de Maquela do Zombo, Benje Mouco, negou os relatos que circulavam na
província do Uíge, segundo os quais, a polícia Guarda Fronteira e os Serviços de Emigração de Estrangeiros, teriam espancado congoleses que tentavam entrar no território angolano a partir do posto fronteiriço de Quimbata.


Em declarações exclusivas ao Novo Jornal, o administrador adiantou que na área sob sua jurisdição, não
há relatos do género, explicando ainda que, os serviços ligados à protecção da fronteira têm feito trabalhos como manda a regra.


“Não corresponde à verdade essas informações”, explicou Benje Moco desafiando quem quer que seja, poderá deslocar-se ao município para constatar a realidade. Algumas personalidades ligadas aos direitos humanos na província lançaram relatos alegando haver violações sistemáticas dos direitos humanos.E que as pessoas que estavam a ser deportadas por atravessar ilegalmente a fronteira, terão acusado o elementos das forças de segurança angolanas de serem muito “ruins e desumanos”.

 

makela-do-z.jpga-copie-1.jpg                                        Administração muinicipal do Zombo

 

A Polícia de Guarda Fronteira na província tem a responsabilidade de controlar e fiscalizar 442 quilóme-
tros de fronteira com a República Democrática do Congo, sendo 175 quilómetros terrestre e 267 quilómetros fluvial, o que obriga ao redobrar de tácticas operativas.


Os destacamentos fixos de guarnição fronteiriça das aldeias Malele, Beu Fiscal, Tady, Kituma, Fuma, Mukembe Longo e Kimbuanji, na província do Uíge deverão ser transformados em Postos de Guarda Fronteira, apurou o Novo Jornal.


Falta de cobertura facilita a entrada A província do Uíge tem sido alvo preferencial de estrangeiros para a entrada ilegal no país. Na semana passada, o Governador Provincial do Uíge, Paulo Pombolo, garantiu que o Executivo local reforçou as medidas de segurança ao longo da fronteira da RDC para evi-
tar o fluxo de imigrantes ilegais na região.


“As fronteiras territoriais do Uíge têm sido sistematicamente violadas por cidadãos estrangeiros que en-
tram nesta província sem observância de medidas migratórias. Estamos a reforçar medidas de segurança”, garantiu Paulo Pombolo.


O governante destacou os esforços que a polícia fronteiriça, as Forças Armadas Angolanas e os Serviços de Emigração e Estrangeiros têm feito para conter os estrangeiros. De acordo com o governador, estes cidadãos são maioritariamente oriundos da RDC e atravessam de um lado para o outro por falta de uma
cobertura total da fronteira e, consequentemente, da falta de abertura de mais postos.


“Neste momento, o fluxo de estrangeiros que violam sistematicamente as nossas fronteiras resulta da falta de cobertura e de mais postos fronteiriços para, então, facilitar a travessia dos cidadãos de ambos os lados. A nossa polícia está a tomar medidas”, frisou.


O grau de imigração ilegal verificado ao nível da província, com o afluxo de cidadãos estrangeiros da RDC, e não só, com o objectivo de se fixarem na província e em outras localidades do país, com maior preferência para a capital, Luanda, está relacionado com a fraca cobertura da fronteira, que permite entrar e sair com facilidade.

 

 

                                                                                                                 Fonte: Novo Jornal

 

 


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