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Portal da Damba e da História do Kongo

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Regresso de quadros angolanos é uma prioridade do Executivo.

Publicado por Nkemo Sabay activado 12 Agosto 2010, 09:49am

Etiquetas: #Notícias do Uíge

Embaixador Miguel da Costa (Foto de J.A)


O embaixador extraordinário e plenipotenciário de Angola em França, Miguel da Costa, disse, no sábado, em Paris, que o Executivo encara como prioridade o regresso dos quadros angolanos que estão no estrangeiro.
O diplomata respondia a uma preocupação da comunidade angolana residente em França sobre os trâmites necessários para os técnicos e operários especializados poderem regressar a Angola com garantia de trabalho.
Num encontro com responsáveis de associações sócio culturais e de outros elementos da comunidade de imigrantes angolanos em França, o embaixador afirmou que os quadros que estão no estrangeiro “fazem parte da sociedade do conhecimento”.
 “Esta sociedade do conhecimento é hoje um dos recursos mais importantes e vitais para o desenvolvimento das nações contemporâneas, pelo que o seu regresso é uma prioridade para o Executivo”, referiu.
Miguel da Costa lembrou que a preocupação do Executivo com as comunidades no exterior é efectiva e que se explica pelo empenho em revitalizar o Instituto para as Comunidades Angolanas no Exterior.
Ao embaixador também foi colocada a questão de apresentação de projectos privados para o desenvolvimento de Angola e de como beneficiar da habitação social no país, a partir das missões diplomáticas, as eleições presidenciais e a divulgação da  Constituição.
Para a questão habitacional, disse ser outra das grandes preocupações da comunidade desejosa de regressar ao país. Para a solução do problema recordou o anúncio feito, em 6 de Agosto pelo Presidente José Eduardo dos Santos, sobre o Plano Nacional de Habitação Social, que vai permitir a toda a população adquirir casa própria em condições favoráveis.
Kavungu Manuel, da Associação Cultural de Montpellier, sugeriu ao embaixador que se crie uma comissão para a qual cada interessado envie  projectos para o desenvolvimento de Angola.
 Ndongala Bruno, residente em Dijon, propôs um sistema que facilite o emprego dos jovens angolanos que pretendem regressar ao país.
O encontro, seguido de um almoço, teve como temas fundamentais de discussão a contribuição dos angolanos na diáspora no esforço de reconstrução do país e a extensão do serviço público ao estrangeiro.
O “reencontro familiar” em que também participou o ministro conselheiro da delegação permanente de Angola junto da UNESCO, Rolando Neto, é o primeiro contacto mantido com os angolanos residentes em Paris e arredores, desde que o embaixador Miguel da Costa foi nomeado há cerca de um ano.
Na altura, Miguel da Costa traçou o quadro global do processo de reconstrução nacional, iniciado com o fim da guerra, que deu prioridade às obras públicas, como a reabilitação ou construção de estradas, pontes, escolas, hospitais, energia eléctrica e outras que vão facilitar a comunicação entre o campo e a cidade, premissa do desenvolvimento equilibrado.
O embaixador salientou que as eleições legislativas de 2008 e a Constituição, aprovada em 3 de Fevereiro de 2010, vieram assegurar o ambiente democrático para o país conseguir, a curto prazo, desenvolver-se.
Mesmo na ausência de uma contribuição concertada da comunidade internacional, disse, a capacidade e a inteligência de José Eduardo dos Santos, à frente do Governo, permitiram fazer de Angola um dos países de África que mais tem crescido economicamente.

                                                                                                                                                J.A

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