Overblog
Edit post Seguir este blog Administration + Create my blog

Portal da Damba e da História do Kongo

Portal da Damba e da História do Kongo

Página de informação geral do Município da Damba e da história do Kongo


NICOLAU FRANCISCO - Um mundamba da adopção!

Publicado por Muana Damba activado 13 Julio 2012, 09:19am

Etiquetas: #Coisas e gentes da Damba

 

 

Por José Neves Ferreira


 

poi

 

 

 

NICOLAU FRANCISCO - Nasceu em Ferreira do Zêzere a 6.11.1909. Depois de muito novo trabalhar no comércio em Tomar e no Porto, foi para Angola em 1926, como empregado da firma “Jacinto” de Maquela do Zombo. Em 1943 casou com a Srª. D. Ascenção Luiz, cunhada do então Chefe do Posto de Quibocolo e estabeleceu-se na Damba, onde construiu a sua casa comercial de raiz.

 

 

ferr 2 001n

 

Mais tarde demarcou uma Fazenda de Café na área de Chimacongo (Damba) a que chamou “Entre Rios”, e na qual investiu e trabalhou com denodo…” Teve seis filhos: três rapazes e três raparigas. O mais velho dos rapazes, Manuel F. Ferreira, foi o primeiro Uigense a ser comandante da companhia área angolana, que nesse tempo se chamava D.T.A.

 

Era, também paraquedista civil. Um dos traços relevantes deste Homem, que recordo com grande carinho, era, aliado a um porte sempre sóbrio, a sua rectidão moral e a sua coerência com os valores cristãos, que o faziam homem de excepção, muito venerado tanto pela população africana como a de origem europeia. ( ver Louvores ao Sr. Francisco Nicolau. )

 

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

JÚLIU PINTO CORREIA - Chegou ao Concelho da Damba, em 1935, tendo fundado uma fazenda de café, na região de Mabaia – que mais tarde veio a chamar-se Lemboa – a que pôs o nome de “Nova Fratel” em homenagem a Fratel, terra da Beira Baixa, onde nasceu a 19.02.1875. Ele e mais outros fazendeiros, como Armindo da Cruz Brito, José António de Sousa, etc. que por essa altura iniciavam também fazendas de café nessa mesma região, desbravaram matas para plantarem a famosa “rubiácea”, rasgaram “picadas” (as estradas do mato), construíram as pontes possíveis, levantaram as casas necessárias, arranjaram uma jangada para atravessarem o rio Coji e, curtindo paludismos e outras doenças próprias dos trópicos africanos, rodeados de inúmeras dificuldades e desafios, foram erguendo nas terras da Damba o que alguém já chamou pomposamente a “civilização do café”…”


“ Acabou os seus dias em Luanda com 80 anos e foi ao seu neto Júlio Pinto Correia Rodrigues – o meu amigo Tonecas – a quem a família Pinto Correia entregou a gestão sempre conseguida da fazenda “ Nova Fratel “

 

 

 

E bamana kwenda- Lina Alexandre

 

 


Archivos

Ultimos Posts