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Portal da Damba e da História do Kongo

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Página de informação geral do Município da Damba e da história do Kongo


Exortação da sexta feira sangrenta IV e fim.

Publicado por Muana Damba activado 26 Enero 2013, 03:57am

Etiquetas: #História do Reino do Kongo

  mki

 

- Que se pare com os massacres, que se eduque a população no sentido da unidade nacional, substituir os editorais fofoqueiros, notas de abertura zongolas papa cimentar a uinidade de tribos angolanos atravêz da imprensa que falsifica os factos impunentes, confundindo factos sociais com posicionamento plitico, jornalistas medrosos e mentirosos, inimigos da verdade, aldrabões do nosso povo.

 

 - Que se diga ou se educa tal franja da popluaçâo, quem? e zairense, quem é retornado, mas não só, quem é santomense , indiano, Cabo -Verdeano,  e que somos obrigados a viver juntos sem xenofobia mas vigilância quanto ao destino das riquezas de Angola.

 

- Que se eduque a população falando-lhes a verdade, quem leva dinheiro do petróleo para comprar apertamento fora do país nas cidades mais caras do mundo, e quem quer desenrascar com o seu suor a vida para construir a sua casa, quando nós todos soubemos que  os mesmos senhores impediam quarquer negro  construir uma casa definitiva  com blocos a não ser casas de madeira. Nós não podemos tolerar isto. Foi com o nosso esforço que o governo começou  que o negro igual tivesse  terreno para construir uma casa em Luanda. Quem é que não se lembra das inúmeras demolições? Deiam-nos a oportunidade de falar porque não somos políticos. Por isso não esperamos nenhuma vantagem particular dessa nossa tomada de posição, apenas a compreenção daqueles angolanos por quem nós mesmo como refugiados no estrangeiro, mesmo como guerrilheiros nas matas da primeira região ou do leste lutamos e rogamos a Deus para que protegesse porque estavam na boca do leão salazista e do Marcelo Caetano.

-Quem é que rouba o dinheiro não lhe fazem nada mas hospeda-se nos htéis mais caros do mundo, nós conhecemos, não são retornados, muito menos bakongo. Esses, alguns deles são portugueses lá e angolanos aqui.

 - É preciso ser universitário para entender que existe angolanos que passam fronteiras dos aeroportos europeus e internacionais  nas portas reservadas aos paises da CEE ( hoje União Europeia)? São  retornados? são bakongo ?

 

- Não esperamos nada da imprensa, ela tem que progredir, ser uma imprensa responsável, com  provisão da sociedade que vai (in) formando e os seus resultados futuros.. Somos contra a filtragem da informação submetida ao nosso povo, por isso nos confundem com os estrangeiros. Os jornalistas da informação nacionais não conseguiram reportar o massacre até que um estrangeiro da BBC Jorge Araújo conseguiu fala a verdade, os nacionais bico calado, preferem carros de luxo,, sacrificando as mães que lhes troxeram neste mundo. Não faz mal... a independência virá um dia. Essa é a esperança dos bakongo e de todo povo angolano. Vamos reclamar nossos direitos porque temos cumprido os nossos deveres.

 

- Se o problema é zaire, porque não se queixa na ONU? que faz a força aerea para bombardear as bases do Kitona, Kinkuzu, Muanda ou mesmo Gbadolite, porque os procuram nos mercados do Roque Santeiro, dos congolese, dos Kwanzas, do Kilamba Kiaxi? Já viram americanos nessas zonas a treinar militar da UNITA?  Será que a base zairense de Kamina fica no Rocha Pinto?  Porque distrair a nossa população quando soubemos que a missão da polícia era de guardar bem a estação de tratamento de Kifangondo! Até quendo esse mentira informativa.

 

- Cada angolano deve procurar esforçar -se para ganhar a sua vida. O nosso pais é rico em recursos natuaris a pobreza no nosso pais não é um acaso, o dinheiro não vai para os "Retrós". Quantos morram no Alvalade, Miramar ou no bairro Azul e têm estado reparar as suas casa com a Sores da Costa? neste pais alguma vêz já se nomeou um governador do Banco Mukongo? (Isto é não falar de retornado). O Kumbu não vai nos bolsos dos bakongo. Já se perguntou quanto ganha um oprário da Sores Costa ou Teixeira Duarte? e um médico angolano seja ele retornado ou não? É ali onde se  deve procurar o Kumbú. Nós não precisamos de Soares da Costa para nos construir casas na Mabor, mas soubemos quanto é que eles ganham aldrabando o povo angolano, nâo procurem vídeos na casa dos retornados , nós sofremos como o rest de angolanos os efeitos da guerra., a falta da 'agua não faz sentir só no Planca, pelo contrário! Outrossim, contetor da Elisal que nunca se lembram meter muito menos na Mabor.

 

Na nossa impressa esquece-se a reportagem quando chega um avião de Lisboa ou de Paris que chega com inúmeras malas cheias de roupas mas que procura retornados e retornadas as vender no Roque Santeiro e em seguida devidir o dinheiro. Desde que entrou muita coopera na nossa imprensa  a coisa ficou muita feia. Não somos nós, nós não podemos morrer por nosso silêncio.

 

Afinal quem nos engana nós todos retornados ou não? quem nos manda matarmo-nos? quando o problema de direitos humanos em Angola  já faz movimenter a Comissão das Nações Unidas, quem beneficia isto? não continuaremos calados. Não se justifica hoje de casas de de pau a pique nos muceques de Luanda quando por tudo é um canto de Luanda, vemos viaturas cujo o preço equivale a uma csasa de três quartos. Afinal que é aldrbão? é o Mukongo que condena o povo à miséria? Conhecem un regressado comprar uma vivenda no Alvalade ou no Miramar? Já viram nome de alguem na lista dos que vão comprar as tais fábricas , industrias, farmácias, etc, que se vendem? afinal qual  é o problema dessa raiva?

 

Peça a Deus para que nos abençoa e que Angola não se divida, nem com armas se poderá evitar o que hoje se pretende fazer com palavras.  As armas nada resolve contra a razão e nós temo-la. Apenas lamentamos que os nossos compatriotas, negros como não, não tenha descoberto ainda quem são os verdadeiros ricassos desse país enquanto continuam nos matar dando-nos argumentos para a nossa futura definição.

Vamos refletir, Bakongo defendam-se, povo angolano, proteja a sua uinidade, defendo-se de todos e de tudo. Todas as partes que forma o todo. Todas as etnias que formaram Angola.

 

 

 

                                                                               Associação dos Bakongo de Angola

 

                                                                               Luanda, as 26 de Janeiro de 1993

 

                                                                                                                                          

 

   

 

 


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