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Portal da Damba e da História do Kongo

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Makuta Nkondo acusado de incitamento à violência

Publicado por Muana Damba activado 1 Marzo 2015, 10:54am

Etiquetas: #Notícias do país

Makuta Nkondo acusado de incitamento à violência

Por Jaquelino Figueiredo

A administradora municipal do Soyo considera "vergonhosa e reprovável" a atitude e comportamento de Makuta Nkondo, que fazia parte da delegação do líder da CASA-CE que esteve de visita àquele município, ao incitar à violência durante o acto político.

Lúcia Tomás afirmou que Makuta Nkondo pediu às pessoas presentes no Campo 11, principalmente crianças e elementos da RDC, para recorrerem a actos de vandalismo e destruição de bens do Estado na região.


Segundo a administradora, Makuta Nkondo disse: "Queimem os carros da administradora do Soyo, do governador e outros membros do MPLA, porque têm surripiado o dinheiro do petróleo para o seu benefício próprio. Não sejam comprados por estas escolas que estão a ser construídas e destruam tudo o que têm".


A administradora Lúcia Tomás classifica a atitude e comportamento Makuta Nkondo de "louca e sem destino político" e afirma que as autoridades foram muito tolerantes.

Desmentido a Chivukuvuku

A administradora municipal do Soyo desmentiu notícias postas a circular que dizem que esteve reunida com o presidente da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, e que tenha assistido ao acto político por ele presidido durante a visita efectuada àquele município.


Lúcia Tomás afirma que em momento algum esteve com Abel Chivukuvuku e que, com as informações, o líder da CASA-CE procura protagonismo junto à imprensa com notícias infundadas. “Apercebi-me da vinda ao Soyo do líder da CASA-CE através de um documento endereçado, por engano, ao meu gabinete, cujo destino final era o Hospital Municipal, na pessoa do seu director", disse a administradora, afirmando que não recebeu qualquer documento oficial a anunciar a ida da delegação ao Soyo.


"Reconheço que é uma coligação com assento no Parlamento e tinha o direito de encontrar-se com a entidade máxima deste município, mas por falta de ética, de respeito até pelas entidades e estruturas do Estado, não endereçou um documento oficial a anunciar a sua vinda", disse a administradora municipal do Soyo.


Lúcia Tomás afirmou ainda que, apesar de não ter comunicado, as autoridades permitiram as actividades partidárias realizadas por Abel Chivukuvuku, como o comício e a marcha realizada nas diferentes artérias da cidade.


"Como somos tolerantes e democráticos, não colocámos impedimento nenhum”, esclareceu a administradora municipal do Soyo.

Via JA

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