Overblog
Edit post Seguir este blog Administration + Create my blog

Portal da Damba e da História do Kongo

Portal da Damba e da História do Kongo

Página de informação geral do Município da Damba e da história do Kongo


Defendida educação rodoviária nas escolas

Publicado por Muana Damba activado 5 Noviembre 2014, 01:43am

Etiquetas: #Notícias do Uíge

Defendida educação rodoviária nas escolas

Por Antonio Capitao

O segundo comandante provincial da Polícia Nacional do Uíge para a Ordem Pública defendeu a inclusão, nas escolas, da disciplina de educação rodoviária para melhorar os conhecimentos sobre as normas e regulamentos do trânsito e procedimentos a ter durante a condução.

O subcomissário José João Adão falava no acto de encerramento do curso de actualização de especialistas de Viação e Trânsito, sublinhando que a educação rodoviária deve fazer parte do currículo das escolas primárias, secundárias e das universidades.


Durante 45 dias, agentes reguladores de trânsito actualizaram conhecimentos sobre a “Legislação Rodoviária”, “Conceitos de Honras Militares”, “Deontologia Policial”, “Preparação Física”, “Regulamento Disciplinar”, “Transgressões”, “Acidentes” e “Alcoometria – uso do barómetro”.


A acção formativa beneficiou 54 efectivos da Direcção Provincial de Viação e Trânsito (DPVT), da Unidade Operativa e das Secções Municipais de Trânsito no Uíge, concluiu o curso de actualização de especialistas de Viação e Trânsito.


José João Adão destacou a formação de agentes reguladores de trânsito, sublinhando que a acção formativa tem lugar num momento em que a sociedade angolana se levanta para dizer basta à sinistralidade rodoviária. Saudou o facto do problema da sinistralidade rodoviária ter sido levado à discussão no Parlamento. “Isso significa que as autoridades estão preocupadas com o fenómeno”, sublinhou o subcomissário José João Adão.
“Quanto mais cedo os cidadãos começarem a solidificar os seus conhecimentos sobre a legislação rodoviária, normas e procedimentos de condução e as formas mais eficazes de evitarem os acidentes de viação, mais facilmente podemos diminuir a sinistralidade rodoviária”, referiu.

Maior competência

O subcomissário da Polícia referiu que a formação vai permitir melhor prestação de serviço. “Os especialistas de viação e trânsito devem demonstrar no terreno o que aprenderam com a formação. Esperamos que os conteúdos transmitidos aos agentes resultem numa maior competência, embora os automobilistas peçam que sejamos mais simpáticos e estejamos cada vez mais próximos da população”, referiu.
“Pedimos que os profissionais de Viação e Trânsito que actualizaram os seus conhecimentos e tácticas demonstrem maior disciplina, competência e profissionalismo, para podermos obter os êxitos que devem ser reflectidos com a baixa dos níveis de sinistralidade rodoviária”, acrescentou.

Medidas adequadas

O director provincial de Viação e Trânsito no Uíge, superintendente-chefe Benedito da Cruz, disse que a sinistralidade rodoviária é um fenómeno que tem de ser visto com seriedade pelo Executivo, Polícia Nacional e sociedade, para se encontrar as medidas mais adequadas para a redução dos índices de mortalidade na via pública.

Motociclistas instruídos

“Preocupa-nos a atitude de reiterada desobediência das normas de trânsito por parte dos automobilistas e motociclistas e, apesar dos constantes apelos, os incumprimentos prevalecem”, disse.
Benedito da Cruz reiterou o compromisso do órgão policial que dirige de continuar a exercer o seu papel com dedicação, profissionalismo e espírito de entrega no cumprimento das missões.
O chefe de secção de Habilitação de Condutores da Direcção Provincial de Viação e Trânsito, sub-inspector Salomão Ugito Bambi, disse que o Governo Provincial subvencionou a formação de 150 motoqueiros matriculados em várias escolas de condução da província.
“Estamos a trabalhar no sentido de instruir e documentar devidamente os motociclistas”, disse o sub-inspector Salomão Ugito Bambi, acrescentando que as escolas de condução não têm nos seus planos curriculares aulas de instrução de motociclistas, porque estes não solicitam ou não aceitam gastar 15 mil kwanzas para a formação e aquisição dos documentos que os habilitam a conduzir.

Via JA

Archivos

Ultimos Posts